2026 já chegou em diversas partes do mundo; veja como foram as festas

Já é 2026: veja as celebrações de Ano Novo pelo mundo Em várias partes do planeta, já é 2026. A festa começou do outro lado do mundo. A Nova Zelândia f...

2026 já chegou em diversas partes do mundo; veja como foram as festas
2026 já chegou em diversas partes do mundo; veja como foram as festas (Foto: Reprodução)

Já é 2026: veja as celebrações de Ano Novo pelo mundo Em várias partes do planeta, já é 2026. A festa começou do outro lado do mundo. A Nova Zelândia foi um dos primeiros países a inaugurar 2026. A virada deu cores à Sky Tower e à ponte da cidade de Auckland. Na Austrália, antes da virada, silêncio em homenagem às vítimas do atentado terrorista em Bondi Beach, nesse mês de dezembro. Logo depois, a contagem regressiva. E o grito de esperança por um ano melhor. Com direito a cascata de fogos na ponte da baía de Sidnei. A festa começou do outro lado do mundo. A Nova Zelândia foi um dos primeiros países a inaugurar 2026. A virada deu cores à Sky Tower e à ponte da cidade de Auckland. Jornal Nacional Na Coreia do Sul, o som do Bosingak. A tradição, que vem do budismo, determina 33 badaladas para chamar prosperidade e afastar a má sorte. Taiwan, mesmo sob ameaças da China, não deixou de festejar a virada do ano. Os fogos iluminaram o prédio mais alto da capital, Taipei. Em Hong Kong, nada de fogos de artifício. Mas muitas luzes e projeções imersivas nos prédios que são a cara da cidade. Na China, a grande muralha também recebeu um show de luzes e de música, e projeções para marcar a chegada do ano do cavalo no zodíaco chinês, símbolo de força, ação e mudanças. No céu de Bangkok, na Tailândia, um espetáculo com milhares de drones. E uma abundância de fogos de artifício, ao longo do rio Chao Phraya. Dubai deu um show de luzes, no Burj Khalifa - um prédio com mais de 800 metros de altura, o maior do mundo. Em Paris, a Champs-Élysées lotada, e o Arco do Triunfo como o palco principal da festa. Comemorações também na Grécia e na Alemanha. A tradicional queima de fogos, na capital britânica, acontece bem aqui, à beira do rio Tâmisa. Esse é um lugar simbólico, no fuso horário zero do planeta. A contagem regressiva e baladas do Big Ben, em Londres, indicam que meio mundo já atravessou para 2026 — Londres fica só 3 horas à frente do Brasil.