Antes da chegada de Trump, China pede ao Paquistão que 'intensifique' mediação na guerra no Oriente Médio

O presidente Donald Trump, à esquerda, e o presidente chinês Xi Jinping posam antes da reunião de cúpula no Aeroporto Internacional de Gimhae, em Busan, Cor...

Antes da chegada de Trump, China pede ao Paquistão que 'intensifique' mediação na guerra no Oriente Médio
Antes da chegada de Trump, China pede ao Paquistão que 'intensifique' mediação na guerra no Oriente Médio (Foto: Reprodução)

O presidente Donald Trump, à esquerda, e o presidente chinês Xi Jinping posam antes da reunião de cúpula no Aeroporto Internacional de Gimhae, em Busan, Coreia do Su Foto AP/Mark Schiefelbein O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, instou o Paquistão a "intensificar" seus esforços de mediação na guerra entre os Estados Unidos e o Irã, e expressou a intenção de seu país de continuar apoiando as gestões em favor do diálogo, informou nesta quarta-feira (13) a imprensa estatal chinesa. O pedido ocorreu em uma conversa telefônica entre Wang e seu homólogo paquistanês, Ishaq Dar, segundo a agência oficial de notícias chinesa Xinhua. A ligação ocorreu na terça-feira, porém até o momento sabia-se apenas que eles haviam discutido as tensões entre EUA e Irã. O chanceler chinês "pediu ao Paquistão que intensifique seus esforços de mediação e a contribuir para abordar adequadamente as questões relacionadas à abertura do Estreito de Ormuz", informou a Xinhua. As articulações ocorrem momentos antes da chegada do presidente norte-americano, Donald Trump, à China para uma visita oficial. A China um parceiro estratégico e econômico fundamental do regime iraniano, e a guerra no Oriente Médio será um dos temas das reuniões entre Trump e o presidente chinês Xi Jinping. A chegada de Trump na China está prevista para ocorrer por volta das 9h, no horário de Brasília , "A China continuará apoiando os esforços de mediação do Paquistão e dará sua própria contribuição para esse fim", acrescentou Wang, ainda segundo a Xinhua. "Ambas as partes destacaram a importância de manter um cessar-fogo duradouro e garantir a circulação normal através do Estreito de Ormuz", rota-chave para o trânsito mundial de hidrocarbonetos bloqueada desde o início da guerra em fevereiro, informou, por sua vez, a chancelaria paquistanesa em um comunicado.