O que são plantas que formam 'tapete verde' em trecho do Lago Paranoá, em Brasília?
Plantas aquáticas que formam 'tapete verde' em trecho do Lago Paranoá, em Brasília Quem passa pelo Deck Sul, na L4 Sul, vê uma cena curiosa no Lago Paranoá...
Plantas aquáticas que formam 'tapete verde' em trecho do Lago Paranoá, em Brasília Quem passa pelo Deck Sul, na L4 Sul, vê uma cena curiosa no Lago Paranoá, em Brasília: um tapete de plantas aquáticas tomam conta do espelho d'água na manhã deste domingo (7). De acordo com a Caesb, responsável pela retirada das plantas da água, a presença da espécie "é um fenômeno natural e varia ao longo do ano" (veja íntegra da nota abaixo). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp "Há períodos em que essas plantas crescem com mais velocidade e em maior volume, influenciadas por fatores como luminosidade, temperatura, profundidade e condições naturais do ambiente", afirma a companhia. Plantas aquáticas que formam 'tapete verde' em trecho do Lago Paranoá, em Brasília Diogo André/TV Globo A retirada das plantas aquáticas é feita pelo barco Papaguapé. Segundo a Caesb, só neste ano, foram removidos aproximadamente 2,5 mil metros cúbicos de plantas aquáticas. A companhia afirma ainda que o fenômeno não tem relação com o aparecimento de algas no espelho d'água nem com o tratamento realizado pela companhia. "O Lago Paranoá segue monitorado, seguro e apto aos seus múltiplos usos, incluindo abastecimento, lazer e esporte", afirma. 🔎 Veja outro registro das plantas aquáticas no lago: 2025: chuvas intensas provocam aumento das plantas aquáticas no Lago Paranoá O que diz a Caesb? "A Caesb esclarece que não há risco à qualidade da água, à fauna ou aos usuários do Lago Paranoá. A presença de plantas aquáticas é um fenômeno natural e varia ao longo do ano. Assim como ocorre com outras espécies vegetais, há períodos em que essas plantas crescem com mais velocidade e em maior volume, influenciadas por fatores como luminosidade, temperatura, profundidade e condições naturais do ambiente. Por isso, em determinadas épocas, a Caesb intensifica o trabalho de retirada das plantas, da mesma forma que a manutenção de áreas verdes, por exemplo, exige mais cortes de grama nos períodos de maior crescimento. No Lago Paranoá, esse manejo é feito com o barco Papaguapé, utilizado pela Companhia especialmente na região do Deck Sul e em outros pontos de acúmulo. Desde o início de 2026, já foram removidos aproximadamente 2,5 mil metros cúbicos de plantas aquáticas. A operação continua em andamento, conforme a necessidade identificada pelas equipes em campo. A Caesb reforça que a situação não tem relação com algas nem com o processo de tratamento de água realizado pela Companhia. O Lago Paranoá segue monitorado, seguro e apto aos seus múltiplos usos, incluindo abastecimento, lazer e esporte." Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.