Trump diz que EUA precisariam de apenas duas semanas para atacar alvos restantes no Irã
O presidente Donald Trump durante evento na Flórida em 1º de maio de 2026 REUTERS/Nathan Howard O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em uma ...
O presidente Donald Trump durante evento na Flórida em 1º de maio de 2026 REUTERS/Nathan Howard O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em uma entrevista exibida neste domingo (10) que um eventual ataque ao Irã poderia ser concluído em até duas semanas, atingindo “cada um dos alvos” restantes no país. Ele também disse que a república islâmica já estaria “militarmente derrotada”. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A entrevista com a jornalista Sharyl Attkisson, gravada na semana passada, também trouxe críticas à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), que Trump classificou como um “tigre de papel”. Ele acusou aliados dos Estados Unidos de não terem apoiado a campanha contra Teerã. “Eles não estavam lá para ajudar.” Os comentários foram feitos após o Irã afirmar, neste domingo, que respondeu a uma proposta dos EUA para encerrar o conflito iniciado em 28 de fevereiro, após ataques americanos e israelenses. “Eles estão militarmente derrotados. Em suas próprias mentes, talvez não saibam disso. Mas acho que sabem”, disse Trump. Segundo presidente americano, o Exército dos EUA poderia “intervir por mais duas semanas e atacar cada um dos alvos”, afirmando que cerca de 70% já teriam sido atingidos. “Mas temos outros que, hipoteticamente, poderíamos atacar. Mas mesmo que não fizéssemos isso, vocês sabem, seriam apenas os retoques finais”, afirmou. Irã envia resposta aos EUA Segundo a agência estatal iraniana, o Irã enviou aos Estados Unidos sua resposta à proposta para encerrar a guerra no Oriente Médio, por meio de mediação do Paquistão. A resposta iraniana se concentra em “pôr fim à guerra e garantir a segurança marítima” no Golfo e no Estreito de Ormuz. As negociações também envolvem a possibilidade de um acordo temporário para reduzir as hostilidades e assegurar a circulação de navios na região enquanto um entendimento mais amplo é discutido. Apesar disso, a tensão na região segue elevada, com registros de drones e novos episódios de violência no Golfo. *Com informações das agências Reuters e France Presse